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12 de abril de 2017 | MENOR | MAIOR | |

Presos continuam amotinados em uma ala do presídio de Ferrugem.

Cinco pessoas morreram na cadeia, duas delas foram decaptadas
Presos continuam amotinados em uma ala do presídio de Ferrugem.

Ainda é tensa a situação no presídio Ferrugem, em Sinop, no Norte de Mato Grosso. Presos continuam amotinados em uma das alas da cadeia nesta quarta-feira e fazendo ameaças de novas atrocidades. Na terça-feira, quando teve início a rebelião foram registradas cinco mortes, sendo que dois presos foram decapitados, dois mortos a tiros e um de infarto. 

Policiais do Bope continuam cercando o presídio junto com outras forças militares e o Govenro do Estado reiniciou as conversações com os amotinados no sentido de por fim a rebelião para que a Polícia Militar possa entrar no estabelecimento penal, fazer a contagem dos presose fazer uma varredura a procura dos armas – proibidas na cadeia, celulares e drogas. 

Os detentos rebelados ainda estão com duas armas (revólver ou pistola) em um raio  do presídio. "A rebelião foi contida e está restrita a um setor da unidade" e serão retomadas nesta 4ª feira pela manhã. 

O secretário de Justiça e Direitos Humanos, Airton Siqueira, que continua em Sinop acompanhando a situação na cadeia. “Ele disse que depois do confronto de terça-feira entre organizações criminosas a situação melhorou um pouco, mas ainda exige cuidados, uma vez que vários amotinados continuam rebelados em uma área da cadeia. 

De acordo com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), morreram Reginaldo Agostinho, Bruno Aparecido Bezerra, Marcelo Viturião Carvalho, Isauro Pedro Gonçalves e José de Souza Silva (que infartou). 

Uma comissão da OAB acompanha as negociações para tentar encerrar o motim.  A secretaria de Justiça poderá transferir alguns dos envolvidos.

 

Presos continuam amotinados em uma ala do presídio de Ferrugem.
Fonte: Querência em Foco com 24 Horas News

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