NOTÍCIA - Policial/Acidente

11 de maio de 2018 | MENOR | MAIOR | |

Após ser preso, Carlinhos Cachoeira passa noite em cela de delegacia e aguarda decisão sobre onde cumprirá pena

Contraventor foi detido por fraudes na loteria carioca. Ele está recolhido em Goiânia, onde defesa quer que ele cumpra pena; Justiça carioca ainda definirá sobre recambiamento para o RJ.
Após ser preso, Carlinhos Cachoeira passa noite em cela de delegacia e aguarda decisão sobre onde cumprirá pena

Após ser preso em Goiânia por fraudes na loteria carioca, o bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, passou a noite em uma cela da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH). Ele aguarda definição do Poder Judiciário do Rio de Janeiro para saber se será recambiado ou ser cumprirá a pena na capital goiana, como pede a defesa.

Cachoeira está sozinho em uma das celas da delegacia. Ele foi detido na quinta-feira (10), por volta das 17h10, na casa do irmão, no Condomínio Alphaville Ipê. De lá, o contraventor foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) para exame de corpo de delito.

O contraventor foi condenado a 6 anos e 8 meses de prisão, em segunda instância, pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ele já cumpria prisão domiciliar por condenações anteriores.

A prisão foi determinada, em caráter “imediato” pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Nefi Cordeiro na sexta-feira (4), a partir de pedido do Ministério Público. O órgão tomou como base a permissão para prisão após condenação em segunda instância.

 

Trasnferência

 

O delegado Fernando Madruga disse que é preciso aguardar o posicionamento do Poder Judiciário para saber ser Cachoeira será ou não transferido para o Rio de Janeiro.

“Sobre a transferência [para o Rio], agora é esperar o juiz daqui autorizar, em conversa com o próprio Judicário do Rio de Janeiro, para saber se eles vão buscar ou o próprio estado de Goiás vai levar o preso para lá”, afirmou.

Advogado de Cachoeira, Cléber Lopes informou ao G1 que chegou a pedir que o cliente cumprisse pena em Goiânia, pois não apresenta risco de fuga por já estar em domiciliar e por ser onde a família dele mora. Na terça (8), a juíza Simone Rolim, da 29ª Vara Criminal do Rio, expediu o mandado de prisão e vetou o uso de algemas.

 

No documento, ela pede que o TJ de Goiás aguarde “providências de praxe” para fazer o recambiamento – transferência do preso de uma cidade para a outra. Além disso, alegou que a competência para determinar a manutenção de Cachoeira na capital goiana é da Vara de Execuções Penais (VEP).

Após ser preso, Carlinhos Cachoeira passa noite em cela de delegacia e aguarda decisão sobre onde cumprirá pena
Fonte: Querência Em Foco com G1 Mato Grosso

Comentários

Deixe um comentário sobre esta notícia.