quinta-feira, agosto 18, 2022

Produção de ônibus no Brasil sobe 38,8% entre janeiro e julho, diz Anfavea » Diário do Transporte

Maior alta foi do segmento de rodoviários

ADAMO BAZANI

Entre janeiro e julho de 2022 foram produzidos 16 mil 461 chassis de ônibus, número 38,8% superior às 11.857 unidades fabricadas no mesmo período de 202.

O dado faz parte da divulgação mensal da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) que ocorreu nesta sexta-feira, 05 de agosto de 2022.

Em relação a junho de 2022, quando foram produzidas 2.991 unidades, o mês de julho registrou alta de 4,6% com a fabricação de 3.130 chassis.

Na comparação com julho de 2021, quando a produção foi de 1.533 chassis, a alta foi de 104,2% devido às 3.130 unidades deste ano de 2022.

SEGMENTOS:

Tanto o segmento de urbanos como o de rodoviários registraram alta acumulada entre janeiro e julho de 2022 frente ao período de 2021.

Percentualmente, o crescimento do segmento de rodoviários foi maior em 2022, com alta de 43,8%, mas em volume, como é o habitual no mercado, os urbanos respondem pela maior fatia.

Entre janeiro e julho, foram produzidos 2.221 chassis de ônibus rodoviários e 14.240 urbanos.

A alta na produção de urbanos foi de 38,1%

LICENCIAMENTOS:

Ainda de acordo com a Anfavea, enquanto a produção de ônibus cresceu, os licenciamentos caíram na comparação com o período janeiro a julho entre 2021 e 2022.

A baixa foi de 2,9%.

Entre janeiro e julho de 2022, foram licenciados 8.552 ônibus e, no ano passado, neste período, foram 8.808 unidades.

O fato de a produção estar crescendo e os licenciamentos ainda estarem em baixa se explica porque sempre houve uma diferença de tempo entre as encomendas de ônibus com a produção e o emplacamento, mas neste ano, foi agravada pela falta de insumos que atinge toda a indústria automotiva.

MARCAS:

Em relação às marcas, lidera a Mercedes-Benz, com 4.060 ônibus entre janeiro e julho e 19,3% de crescimento em relação a 2021.

A vice, Volkswagen Caminhões e Ônibus, figura com 2.268 coletivos, o que representa uma queda de 14,3% nos emplacamentos neste período analisado.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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FONTE: diariodotransporte

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